Macrobiótica

Recheada de ingredientes exóticos, a dieta macrobiótica é de origem japonesa e se baseia principalmente no princípio de que o corpo não necessita de ser alimentado por componentes de origem animal, e que o melhor para a saúde é que a dieta seja composta de alimentos de origem natural, como cereais, legumes e vegetais.

Dieta

Filosofia

Nos dias de hoje quando uma pessoa está enferma e o tratamento aplicado não funciona, as pessoas substituem o médico que está trando do paciente, antigamente eles trocavam o cozinheiro. Partindo do princípio em que você é o que você come, os principais mestres chineses acreditavam quevocê tinha de manter os dois lados do seu Cosmo em harmonia: o Yin, que é o lado da expansão e o Yang que é o lado da concentração devem estar em equilíbrio, sob pena de estar aberta a porta para entrada de novas doenças.

Cozinheiro

Conquistando o Outro Hemisfério

Apesar da origem e desenvolvimento por parte dos orientais, os ocidentais também davam os primeiros passos em relação à Macrobiótica, principalmente pelas mãos de Hipócrates, que observava atentamente às relações do homem com as forças sutis da natureza.
Outro passo importante para a afirmação da Macrobiótica no ocidente foi quando no século XVI o alquimista Paracelso estabeleceu as primeiras relações entre as doenças e o medicamento a ser aplicado, e no século XVIII quando o alemão Hahnemann compilou os estudos e criou assim a homeopatia.

Doutrina Macrobiótica

Ao contrário do que os que estão fora do movimento pensam, a macrobiótica é muito mais do que um conjunto de regras e dietas alimentares, é uma doutrina de pensamento que leva o homem à sentir e ser o que deseja em seus sonhos, diz George Oshawa em suas publicações, sendo um dos indivíduos que mais impulsionam a cultura macrobiótica neste século e no século passado. Engana-se quem pensa que se trata apenas de arroz integral, é um método para desenvolver e está ligado diretamente ao equilíbrio entre a mente e ao desenvolvimento saudável do corpo.

George

Objetivos

Para quem planeja aderir ao regime macrobiótico, principalmente tem de se ter em mente que são sete escalas a evoluir, a primeira eliminando do seu cardápio os alimentos yin e yang, dentre eles, carnes, queijos, caças, óleos, café e álcool, para que se consuma alimentos intermédios.
Após essa primeira fase, os alimentos vão sendo retirados gradualmente, até que se consiga chegar ao raro nível 7 da dieta macrobiótica, onde se deve apenas consumir arroz integral, que é considerado por eles como alimento perfeito.

Conclusão

Em níveis menos radicais, o progresso que se obtém em relação à saúde com a dieta macrobiótica é inquestionável, pois ela resulta na expulsão das principais fontes de gordura, açúcar e sal que o corpo vai ingerindo ao longo dos anos, mas a partir do momento em que vão se suprimindo alimentos, o risco de carências vitais ao corpo torna o efeito da dieta o oposto, criando situações em que o corpo fica vulnerável e debilitado.

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